Acordei. Apenas mais um dia. Será que o fato de esse dia ser o seu aniversário influi em alguma coisa? Bom, não vejo uma razão pela qual um homem que acaba de completar 50 anos deva comemorar essa data. Ser sozinho, filho único, órfão, viúvo e sem descendentes, ou seja, realmente sozinho não é algo em minha vida que me dê vontade de continuar lutando.
É nesse momento que você pensaria: Por que este homem não termina esse sofrimento? Eu mesmo já me perguntei isso. Nunca obtive uma resposta plausível, mas eu não sabia o que o futuro reservava para mim.
Me arrumei, como todos os dias, e segui para a delegacia, onde trabalho. Tudo estava muito calmo, tão calmo que me fez sentir uma espécie de angústia, de ansiedade. Foi então que recebi uma ligação que mudaria a minha vida: um pai dorgado ameaçava jogar o filho de 7 meses pela janela.
Fiz o que pude, mas não foi suficiente: o pai jogou a criança indefesa pela janela do 10º andar de seu prédio. Dominado pelo ódio, fui em seu apartamento convencido a fazê-lo pagar pelo seu crime.
O que de mais grave poderia acontecer? MORTE. Ou a minha, ou a dele. Minha vida não valia nada, então qualquer que fosse o resultado seria lucro, ao menos em minha visão. Começamos a brigar e eu pensei: "agora é a sua vez" e empurrei-o janela abaixo. O que eu não sabia é que ele tinha conseguido se segurar. Enquanto eu pensava nas consequências do meu ato impulsivo, ele voltou ao apartamento e, quando me virei, sabia o que estava prestes a acontecer. Fiquei em estado de choque e não resisti.
Comecei a sentir o vento, apenas esperava cair no chão e acabar logo com aquilo. Foi então que... acordei! Pronto, é só mais um pesadelo. Devem ser os primeiros sinais da minha crise da meia-idade. Virei-me na cama e vi minha mulher, dormindo como um anjo. O sentimento de paz me dominou e voltei a dormir, um sono profundo e tranquilo.
É nesse momento que você pensaria: Por que este homem não termina esse sofrimento? Eu mesmo já me perguntei isso. Nunca obtive uma resposta plausível, mas eu não sabia o que o futuro reservava para mim.
Me arrumei, como todos os dias, e segui para a delegacia, onde trabalho. Tudo estava muito calmo, tão calmo que me fez sentir uma espécie de angústia, de ansiedade. Foi então que recebi uma ligação que mudaria a minha vida: um pai dorgado ameaçava jogar o filho de 7 meses pela janela.
Fiz o que pude, mas não foi suficiente: o pai jogou a criança indefesa pela janela do 10º andar de seu prédio. Dominado pelo ódio, fui em seu apartamento convencido a fazê-lo pagar pelo seu crime.
O que de mais grave poderia acontecer? MORTE. Ou a minha, ou a dele. Minha vida não valia nada, então qualquer que fosse o resultado seria lucro, ao menos em minha visão. Começamos a brigar e eu pensei: "agora é a sua vez" e empurrei-o janela abaixo. O que eu não sabia é que ele tinha conseguido se segurar. Enquanto eu pensava nas consequências do meu ato impulsivo, ele voltou ao apartamento e, quando me virei, sabia o que estava prestes a acontecer. Fiquei em estado de choque e não resisti.
Comecei a sentir o vento, apenas esperava cair no chão e acabar logo com aquilo. Foi então que... acordei! Pronto, é só mais um pesadelo. Devem ser os primeiros sinais da minha crise da meia-idade. Virei-me na cama e vi minha mulher, dormindo como um anjo. O sentimento de paz me dominou e voltei a dormir, um sono profundo e tranquilo.
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